Pensão por Morte

DIREITO PREVIDENCIÁRIO • ESPÍRITO SANTO

Pensão por Morte do INSS

A perda de uma pessoa da família também pode trazer preocupação com a renda e com a segurança financeira de quem dependia dela. Nessa situação, é importante compreender quem pode ter direito à pensão por morte e quais requisitos precisam ser analisados.

A pensão por morte é um benefício previdenciário destinado aos dependentes da pessoa falecida, desde que estejam presentes os requisitos aplicáveis ao caso e seja verificada a situação previdenciária existente na data do falecimento.

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QUEM TEM DIREITO

Quem pode ter direito à pensão por morte do INSS?

A legislação previdenciária estabelece categorias de dependentes que podem ter direito à pensão por morte. A análise depende da relação existente com a pessoa falecida e das circunstâncias específicas do caso.

A existência de vínculo familiar, por si só, nem sempre encerra a análise. Dependendo da relação com a pessoa falecida, podem existir requisitos específicos e necessidade de comprovação da condição de dependente.

01

Cônjuge ou companheiro(a)

O casamento ou a união estável pode ser relevante para o reconhecimento da condição de dependente, observadas as regras previdenciárias aplicáveis ao caso.

02

Filhos e outros dependentes

Filhos e, em determinadas situações previstas na legislação, outros familiares também podem integrar as categorias de dependentes para fins de pensão por morte.

UNIÃO ESTÁVEL

Quem vivia em união estável pode receber pensão por morte?

A ausência de casamento civil não significa, por si só, que o companheiro ou a companheira esteja excluído da possibilidade de receber pensão por morte.

Nos casos de união estável, a comprovação da relação pode ser uma etapa importante do pedido apresentado ao INSS.

A existência da união estável precisa ser analisada a partir das circunstâncias e das provas disponíveis.

Documentos e outros elementos relacionados à convivência podem ser relevantes para demonstrar a existência da relação e devem ser avaliados de acordo com cada situação.

SITUAÇÃO PERANTE O INSS

A situação previdenciária da pessoa que faleceu também precisa ser analisada

Para verificar a possibilidade de concessão da pensão por morte, é necessário examinar a situação da pessoa falecida perante a Previdência Social na época do falecimento.

Informações como contribuições ao INSS, atividade profissional, eventual recebimento de benefício e histórico previdenciário podem ser relevantes nessa análise.

Por isso, o fato de a pessoa não estar trabalhando no momento do falecimento não deve ser usado, isoladamente, para concluir se existe ou não possibilidade de concessão da pensão.

BENEFÍCIO NEGADO PELO INSS

O pedido de pensão por morte foi negado pelo INSS?

Quando o INSS nega um pedido de pensão por morte, é importante identificar exatamente qual foi o motivo apresentado na decisão.

A análise pode envolver a condição de dependente, a comprovação de união estável, a situação previdenciária da pessoa falecida, a documentação apresentada ou outros elementos específicos do caso.

Uma negativa administrativa precisa ser examinada juntamente com os documentos e as circunstâncias concretas antes de se avaliar quais providências podem ser juridicamente adequadas.

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ATENÇÃO ÀS DATAS

A data do falecimento e a data do pedido de pensão por morte são importantes

A data em que ocorreu o falecimento e o momento em que o benefício é requerido podem produzir efeitos na análise previdenciária.

Por esse motivo, é importante verificar a situação concreta sem presumir que todos os pedidos de pensão por morte terão os mesmos efeitos financeiros ou estarão submetidos exatamente às mesmas circunstâncias.

O caso precisa ser analisado individualmente.

As regras aplicáveis podem variar conforme as circunstâncias, as datas envolvidas e a condição de cada dependente.

DOCUMENTAÇÃO

Quais documentos podem ser importantes para pedir pensão por morte?

A documentação necessária depende das características do caso. Certidão de óbito, documentos pessoais, informações previdenciárias e documentos relacionados ao vínculo entre o dependente e a pessoa falecida estão entre os elementos que podem ser relevantes.

Em situações que envolvam união estável ou outras circunstâncias que precisem ser demonstradas, os documentos e demais elementos disponíveis precisam ser examinados de acordo com o caso concreto.

ORIENTAÇÃO JURÍDICA

Quando procurar um advogado para pensão por morte?

Dúvidas sobre quem pode ser considerado dependente, necessidade de comprovar união estável, situação previdenciária da pessoa falecida ou um pedido de pensão por morte negado pelo INSS podem exigir uma análise individual do caso.

A atuação de um advogado previdenciarista pode envolver a análise dos documentos, da relação de dependência, do histórico previdenciário da pessoa falecida e de eventual decisão já emitida pelo INSS.

A Balestreiro Advocacia realiza atendimento em Direito Previdenciário para pessoas no Espírito Santo, com atendimento presencial em Cariacica/ES e possibilidade de atendimento por meios digitais.

ANÁLISE INDIVIDUAL

Cada pedido de pensão por morte possui circunstâncias próprias

Para compreender a situação, é importante conhecer quem está solicitando o benefício, qual era sua relação com a pessoa falecida, quando ocorreu o falecimento e qual era a situação previdenciária existente.

Caso já exista um pedido ou uma decisão do INSS, essas informações também devem ser consideradas na análise.

ANÁLISE INICIAL

Conte um pouco sobre a situação

Preencha o formulário com as informações iniciais sobre o falecimento, sua relação com a pessoa falecida e eventual pedido de pensão por morte já realizado ao INSS.


O envio das informações não significa reconhecimento do direito à pensão por morte e não substitui a análise individual do caso.

Pablo Balestreiro Dutra

Advogado • OAB/ES nº 23.922

Balestreiro Advocacia • Direito Previdenciário no Espírito Santo